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Boné Inhambu's logo vertical silkado - Preto + Adesivo Automotivo
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Ref: 229
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Boné Inhambu's Somos da Terra - Vermelho + Adesivo Automotivo
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Boné Inhambu's Agronegócio - Cinza + Adesivo Automotivo
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Ref: 208
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Boné Inhambu's Arame - Azul e Marrom + Adesivo Automotivo
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Botina Inhambu's Campeira Milho
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Ref: 201
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Camiseta Inhambu's Logo azul - Vinho
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Ref: 231
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Camiseta Inhambu's Logo verde - Preta
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Ref: 232
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Camiseta Inhambu's Masc. O Agro Não Para - Preto
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Chapéu Inhambu's estilo Americano - Palha
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Chapéu Inhambu's estilo Campeiro 30X - Palha
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Camiseta Inhambu's Feminina c/ PROTETOR DE MÃO UV50 - Cinza
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Cinto Inhambu's - Tradicional Castor
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Sustentabilidade Ambiental do Agronegócio A Gerência de Sustentabilidade Ambiental do Agronegócio foi criada para dialogar com o setor produtivo e buscar a inserção da dimensão ambiental nos processos produtivos do agronegócio. Historicamente, práticas inadequadas nas cadeias produtivas ligadas à agropecuária causaram grande impacto ambiental no País. Desde a colônia, os biomas Caatinga e Mata Atlântica vêm sendo afetados pela pecuária extensiva, pela cana-de-açúcar e pela extração intensiva de uma única espécie. O crescente aumento da demanda mundial por alimentos tem elevado o valor das commodities agrícolas de modo geral. O Brasil tem intensa participação nesse segmento da economia, gerando grande capitalização do setor produtivo. Esse cenário tem sido fator determinante à expansão agrícola no País, uma vez que o mercado mundial demanda fortemente por esses produtos, além de melhor remunerar o produtor em questão. O momento reúne condições propícias para a atuação junto a esse setor, visto que se encontra capitalizado e possui uma demanda crescente por produtos ambientalmente sustentáveis. Assim, é fundamental a implantação de processos eficientes de controle e monitoramento da expansão agrícola, de modo a reduzir os processos de degradação ambiental e tornar essas atividades menos impactantes. As ações da Gerência estão voltadas para: • desenvolver e incorporar a variável ambiental nos processos produtivos do agronegócio, por meio do desenvolvimento de novas técnicas que visem à sustentabilidade ambiental da atividade, bem como pela incorporação das já existentes; • desenvolver políticas públicas que visem à diminuição da abertura de novas fronteiras agrícolas, à ocupação ordenada e racional do território e ao efetivo cumprimento da legislação ambiental. Fonte:  https://www.mma.gov.br/informma/item/7737-sustentabilidade-ambiental-do-agroneg%C3%B3cio          
20/05/2020
A história do Mangalarga Marchador confunde com a formação de tropas de cavalos de elite no século XIX; Começa em 1750 quando o empreendedor português  João Francisco Junqueira  adquiriu da coroa de Portugal uma faixa extensa de terras do Brasil no período colonial; localiza-se na região sul de Minas Gerais. Como no Brasil não existiam tropas de cavalos no começo do século XV ,cada viagem que os colonizadores faziam para Península Ibérica trazia de lá tropas de equinos geralmente de origem comum que após séculos de seleção natural adquiriu-se o andar marchado .Em meados século XVIII era intenso o comércio de tropas equinas no Brasil colonial ,com vista nesse comércio João Francisco Junqueira aprimorou o negócio contando com tropas de cavalos crioulos marchadores selecionados para ser uma fonte lucrativa de recursos. Segundo a tradição, em  1812 ,  Gabriel Francisco Junqueira  (o barão de Alfenas) filho de João Francisco Junqueira ganhou de  D. João VI , um garanhão da raça  Alter-Real  e iniciou sua criação de cavalos cruzando este garanhão com as éguas marchadoras selecionadas na Fazenda Campo Alegre que era herança de seu pai, situada no  Sul de Minas  entre os municípios de  Cruzília  e  Luminárias . Como resultado desse cruzamento, surgiu um novo tipo de  cavalo  que acreditamos foi denominado Sublime ou Junqueira pelo seu andar macio que foi selecionado pelo seu sobrinho João Frausino Junqueira na Fazenda Favacho perto da Fazenda Campo Alegre, exímio caçador de veados selecionava cavalos refinados mas que mantinham o andar macio, comodidade e resistência para as longas distâncias nas caçadas que eram em desfiladeiros e serras que geralmente nenhum cavaleiro conseguiria ir se o seu cavalo fosse de trote. Esses cavalos cômodos chamaram muito a atenção, e logo o proprietário da Fazenda Mangalarga trouxe alguns exemplares para seu uso em  Paty do Alferes , próximo à Corte no Rio de Janeiro. Rapidamente tiveram suas qualidades notadas na sede do  Brasil Império  - principalmente o porte e o andamento - e foram apelidados de cavalos Mangalarga numa alusão ao nome da fazenda onde foram criados. Em  1934  foi fundada a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo da Raça Mangalarga (ABCCRM). Anteriormente, No começo do Século XX houve uma notável migração de parte da  família Junqueira  para  São Paulo  trouxe com consigo cavalos Mangalargas Marchadores alazães. Chegando em novo solo onde é conhecido atualmente como o Município de Orlândia, com topografia diferente, cultura diferente, onde a caçada ao veado era diferente, Orlando Diniz Junqueira experimentou cruzar suas éguas com reprodutores da raça Puro Sangue Inglês, Árabe, Anglo Árabe e o American Saddlebred Horse (Cavalo de Sela Americano) para se adaptar a uma nova topografia tendo a necessidade de um cavalo de melhor galope mais resistente e veloz por isto foi mais valorizado a marcha trotada que tem apoios bipedal de dois tempos com tempo mínimo de suspensão que cumpria as novas exigências do animal sem perder a comodidade, pois os animais de tríplice apoio apesar de serem mais cômodos não conseguiam acompanhar o ritmo alucinante das caçadas e a lida com gado em campo aberto que eram as duas maiores funcionalidades do cavalo mangalarga no estado de São Paulo. Tanto o Mangalarga Marchador como o Mangalarga ou  Mangalarga Paulista , são duas raças genuinamente brasileiras, sendo esta última desenvolvida no estado de São Paulo, daí seu nome.   O  Mangalarga paulista  é uma outra raça de cavalo. Devido à inevitável diferença que estava surgindo entre os criadores de mangalarga de São Paulo e de Minas, foi fundada em  1949  uma nova Associação, a ABCCMM. Esta Associação teve origem a partir de uma dissidência de criadores que não concordavam com os preceitos estabelecidos pela ABCCRM e teve como objetivo principal a manutenção da  marcha tríplice apoiada . A ABCCMM- ( Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador) é hoje a maior associação de  equinos  da América Latina, com mais de 300 mil animais registrados e mais de 20.000 sócios registrados, com cerca de dez mil ativos. Durante o período de meados de  70  ao final da  década de 1990  o Marchador teve uma ascensão astronômica no segmento da  equinocultura , batendo recordes de animais expostos, registrados, e de preços em leilões oficiais.
26/02/2020
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