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O reconhecimento e regulamentação da profissão de vaqueiro aguarda sanção presidencial após apresentação do Projeto de Lei da Câmara 83/2011. "Não lembra o herói épico, grandioso. Por vezes miúdo, franzino, um cavalo de pernas finas. Não parece um herói. Na lida diária, tangendo o gado manso, tirando o leite, curando bicheiras, é apenas um qualquer. Ah! Mas quando solto no ¹Pantanal, sol a pino, o boi valente na frente e o cavalo magro resfolegando nas suas ancas, aquele sertanejo miúdo, todo em couro, colado ao pescoço do cavalo, é um gigante. Na cabeça apenas um pensamento: onde passa o boi, passa o vaqueiro. A carreira desafia a física, impossível que aquele corpo caiba em tão minguado espaço, entre duas pontas de pau prontas a lhe furar o olho, rasgar-lhe a carne; improvável que boi, cavalo e cavaleiro hajam transposto aquela grota, a pedra afiada a lhes espreitar no fundo do barranco". O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 83/2011 reconhece e regulamento a profissão vaqueiro A proposição, que segue agora para a sanção presidencial, define o vaqueiro como profissional responsável pelo trato, manejo e condução de animais como bois, búfalos, cavalos, mulas, cabras e ovelhas. De autoria dos ex-deputados Edigar Mão Branca e Edson Duarte, o projeto estabelece que a contratação dos serviços de vaqueiro é de responsabilidade do administrador - proprietário ou não - do estabelecimento agropecuário de exploração de animais de grande e médio porte, de pecuária de leite, de corte e de criação. Então se conclui que o trabalhador, seja ele urbano ou rural, já está protegido contra acidentes e/ou doenças ocupacionais, tendo o empregador que arcar com as penalidades previstas em lei, em caso de inobservância às leis e às normas regulamentadoras do Ministério do Trabalhado e Emprego. Para o empresário e pecuarista Alfredo Zamlutti Junior "Não mudou nada, todo mundo tem seguro no INSS, quando se é contratado não tem que ter a carteira registrada?, e seguro de vida, em 1964 naquela ocasião eu um dos primeiros ou o primeiro que não me recordo a assinar a carteira de trabalho de trabalhador rural para uma cozinheira chamada de Comadre Eulampia esse episódio ficou famoso já que ninguém havia feito isso, e passaram a me chamar de revolucionário, eu lembro que o Sindicato Rural funcionava no fundo da Loja do Povo na rua Delamare e o presidente na época disse que eu tinha ideias comunistas, eu não sei como os outros faziam com seus funcionários, então para mim não mudou nada. Não mudou muito com essa lei, talvez traga mais garantias para os funcionários porem a grande maioria dos trabalhadores rurais tem conhecimento de seus direitos". De acordo com presidente do sindicato rural de Corumbá, Luciano Leite "O Sindicato Rural de Corumbá tem sempre apoiado as iniciativas governamentais quanto às propostas de melhorias na qualidade de vida do homem do campo, o vaqueiro pantaneiro é a base todo um ciclo de produção da agropecuária, qualquer lei ou reconhecimento referente a essa profissão é pouco, podemos fazer mais, porem é necessário que o pecuarista possa estar sempre valorizando, qualificando e legalizando essa profissão que se não valorizada pode num futuro gerar um déficit na mão de obra especifica do vaqueiro. Mas não é só a melhoria de trabalho do vaqueiro, não somente a pessoa dele deve de ser beneficiada, mas todo seu entorno laboral, encontramos dificuldades que vão atreladas ao produtor e todos aqueles que vivem nas distantes fazendas do Pantanal, o governo através do Cindacta II proibiu fazer plano de voo sem fio, com isso você não pode voar no Pantanal sem o plano de voo que pode ser fornecido por telefone, dentro da propriedade rural, o homem já chegou à lua mas o telefone não chegou ao Pantanal, estamos 200 anos produzindo a pecuária em Corumbá e não temos telefonia. Além da telefonia estão as estradas e a falta de acessibilidade e qualidade neste serviço sem dúvida alguma complica ainda mais a qualidade do vaqueiro e sua família, temos 87% do bioma pantaneiro preservados hoje, precisamos do apoio do governo do Estado".
Cidade de Itabira comemora aniversário do Museu do tropeiro! Para recuperar a memória e as antigas tradições dos tropeiros, viajantes que desbravaram Minas Gerais nos séculos XVII e XVIII e por aqui enraizaram parte de sua cultura, o distrito de Ipoema, em Itabira, comemora a Semana da Cultura Tropeira, em homenagem ao 11º aniversário do Museu do Tropeiro. Com uma intensa agenda de atividades, a programação sofreu uma intercorrência: marcada para esta sexta-feira, a inauguração do monumento ao Tropeirismo, na entrada do distrito, foi adiada. Na finalização da peça, o artista plástico acabou danificando a obra, que não ficará pronta a tempo para as festividades. Apesar disso, a programação segue. Um dos destaques da agenda é o show gratuito do violeiro Almir Sater, amanhã, no Campo do Aliança. ?A apresentação é um dos eventos mais esperados. Em homenagem aos tropeiros, a viola não poderia faltar?, diz a gestora do museu, Aparecida Leite Madureira. Além da música de raiz, as comemorações destacam outros aspectos importantes da cultura sertaneja, como as cavalgadas, a religiosidade e a gastronomia. Hoje, como já acontece há 11 anos, uma comitiva de cavaleiros representa as viagens feitas pelos tropeiros, atravessando um trecho da Estrada Real. O grupo vai se reunir no município de Santa Bárbara e percorre 58 km até Bom Jesus do Amparo. Durante o descanso, os cavaleiros vão experimentar o feijão tropeiro feito na fazenda Morro Vermelho. Amanhã, depois do pouso, eles seguem viagem e se encontram com outras comitivas de comunidades rurais a caminho de Itabira. Na frente do Museu do Tropeiro, no distrito de Ipoema, a chegada dos cerca de 2.000 mil cavaleiros será celebrada à moda antiga, como manda a tradição: estalares de chicote e toque de berrante. A festa continua com a apresentações de grupos culturais, como as Lavadeiras de Ipoema, que representam as cantadeiras que se reuniam nas beiras de riachos para lavar roupas, enquanto entoavam cantigas. Depois dessa recepção, um ato religioso finaliza os festejos. ?Os cavaleiros vão receber a bênção de um padre, evocando a grande religiosidade dos tropeiros originais, que eram muito devotos de Nossa Senhora Aparecida?, conta Madureira. Exposição. Até amanhã, o Museu do Tropeiro exibe uma mostra com trabalhos de alunos de comunidades rurais que desenvolveram uma linha do tempo, desde a época dos tropeiros até os tempos atuais.
FESTAS POPULARES Passista Escola SambaAs festas populares, também conhecidas como manifestações populares ou festas típicas, que abrangem uma determinada região ou país, geralmente realizadas com o apoio e incentivo do governo local, são baseadas em costumes e na tradição cultural de um povo. No Brasil, essas festas acontecem de janeiro a janeiro, de norte a sul do país, com muitas atrações culturais, pessoas trajando roupas típicas, muitos quitutes, danças folclóricas e música regional. Janeiro Folia de Reis Festa comemorada em diversas regiões brasileiras e que faz parte do folclore. Se estende do dia 24 de dezembro até 06 de janeiro. Representa a visita que o menino jesus recebe dos três reis magos Melchior, Baltasar e Gaspar, um dia após seu nascimento. Donos de casas recebem os integrantes da folia de reis, que executam modas de viola e danças como a catire e o cateretê. Lavagem da Escadaria do Bonfim Festa tradcional do Estado da Bahia, que ocorre desde o ano de 1974. Na segunda quinta-feira de janeiro, mulheres trajadas de baianas do candomblé, em sinal de purificação, lavavam o chão da Igreja do Bonfim com água de cheiro. Atualmente, apenas molham a escadaria pelo lado de fora. As baianas seguem em procissão da Igreja de Conceição da Praia, até o Bonfim, cerca de 8 km. Quem segue a passeata, costuma se vestir de branco, pois é a cor representante de Oxalá. Fevereiro e Março Carnaval O Carnaval é uma das festas de maior repercussão no mundo todo, atraindo turistas de todas as partes. De acordo com a história do carnaval, suas raízes não são brasileiras e remontam períodos da antiguidade na Grécia. Fantasias, desfiles das Escolas de Samba, sambas-enredo e marchinhas, bailes, trios elétricos, blocos de carnaval, dentre outros, são as principais atrações para carnavalescos. No Brasil, as festividades se estendem desde o típico frevo da cidade de Olinda, do axé na Bahia, aos desfiles das escolas de samba do Rio, São Paulo e outras cidades. Junho e Julho Festa do Divino Promovida pela Igreja Católica, a Festa do Divino tem suas origens em Portugal, no séc. XIV. Acontece em diversos estados brasileiros, como Goiás, Maranhão, Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, onde se celebra e representa a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e Virgem Maria. Dependendo do local onde é comemorada, há manifestações folclóricas, missas, procissões, novenas, apresentações artísticas e representação teatral. Festa Junina De origem portuguesa, essa é a festividade mais característica do mês de junho, indo do dia 12 (véspera do dia de Santo Antônio), se concentrando entre os dias 23 e 24 (dia de São João) e terminando lá pelo dia 29 (dia de São Pedro). Barraquinhas com comidas típicas como pamonha, canjica, pé de moleque, além de decoração com bandeirinhas e fogueiras. Danças típicas como a quadrilha, forró e casamentos caipiras fazem parte das atrações da festa junina, muito presente no nordeste e em outras regiões brasileiras também. Boi-Bumbá ou Bumba-meu-boi Celebrada no Maranhão, a festa popular do Bumba Meu Boi, também conhecida como Boi-Bumbá, é tradição desde o séc. XVIII e conta a lenda da ressurreição do boi mais bonito de uma fazenda, morto para satisfazer o desejo de uma grávida em comer sua língua. As principais atrações dessa festa típica são as danças, encenações de personagens da lenda e músicas típicas. Festa de Paritins Mesma celebração da festa do bumba-meu-boi, só que na cidade de Paritins, no Amazonas. Entretanto, esta possui mais destaque e repercussão, pois é a maior de todas, capaz de reunir mais de 50 mil pessoas. O Bumba meu Boi de Paritins é uma apresentação do duelo entre as agremiações do Boi Garantido (o coração vermelho) e a do Boi Garantido (a estrela azul). As equipes contam com mais de 3 mil pessoas cada e contam histórias durante a representação. Ritmistas cantam e tocam toadas, música típica da festa, com letras e mitos da floresta amazônica. A premiação do melhor boi ocorre no Bumbódromo. A festa atrai turistas de todos os cantos do país e também do exterior. Cavalhadas Presente nos estados de Minas Gerais, Bahia, Paraná e Goiás, a cavalhadas é uma festa de origem portuguesa, introduzida no Brasil pelos padres jesuítas na época da catequização dos índios. A festa reproduz os torneios medievais do séc. VI. As atrações da cavalhada incluem desfile de cavalos, corridas de cavaleiros realizadas em espaços como parques, descampados ou praças. Agosto Festa de Congado A Festa de Congado (do congo ou congada), de origem africana e tradicionalmente mineira, é uma manifestação cultural e religiosa, que representa a lenda do Chico-Rei - rei de uma tribo no congo, trazido para o Brasil na época da escravidão. As atrações do congado incluem muitas danças, cantos, coroações e cavalgadas. Outubro Círio de Nazaré Sanfona Música Folclórica Procissão católica que ocorre na cidade de Belém do Pará, com a presença de milhares de devotos e romeiros vindos de diversas regiões brasileiras. O Círio de Nazaré ocorre há mais de dois séculos e tem o objetivo de homenagear Nossa Senhora de Nazaré. Oktoberfest A Oktoberfest é uma festa de origem alemã (1810), conhecida também como a festa a cerveja, que ocorre na cidade Blumenau, em Santa Catarina. A Oktoberfest é uma reprodução da original, que acontece em Munique, na Alemanha. As principais atrações, além das comidas típicas e principalmente da cerveja, são os trajes típicos, danças, tiro ao alvo, música alemã, eleição das princesas e rainha do oktoberfest, dentre outros.
Quem aprecia um bom tereré sabe o quanto é prazeroso tomar esta bebida, ainda mais em uma  roda de amigos , enquanto conversa e confraterniza com os amigos. Mas além de  saboroso e refrescante , existem alguns benefícios diretos para a saúde:   Estimulante de atividade física e mental Desenvolve as faculdades mentais Aumenta a circulação e o ritmo cardíaco Aumenta a força muscular e a resistência do músculo á fadiga Aumenta o gasto calórico Facilita a digestão e favorece a evacuação e micção Melhora a memória e desenvolve as faculdade mentais Regulariza a respiração e previne contra gripes e resfriados Diminui o colesterol e triglicerideos Tonifica o sistema nervoso Promove a regeneração celular Elimina estados depressivos promovendo a sensação de bem-estar e vigor Regula as funções sexuais Tem efeito cosmético na pele Pode prevenir o mal de Parkison
Análises com big data, tecnologias de precisão, biotecnologia, sensores, robôs, drones, imagens de satélite. Percebo que uma grande parcela das pessoas associa todas essas tecnologias disruptivas de ponta a empresas urbanas modernas, em oposição a um ambiente rural retrógrado, composto por produtores rudimentares que vivem ainda no século passado. Mas nada está mais longe do que tem acontecido no campo: a chamada  Revolução 4.0 , ou a Agricultura Digital, que está transformando as lavouras com tecnologias sofisticadas e de última geração, em última instância tem o poder de modificar para melhor toda a cadeia alimentar e econômica do Planeta. Sim, sabemos que nem todas as lavouras utilizam essas tecnologias – da mesma forma que ocorre com os empreendimentos do ambiente urbano, na zona rural também há quem ainda utilize métodos mais arcaicos. Entretanto o cenário em que a Revolução 4.0 se desdobra é promissor. As novas tecnologias do campo, devidamente aplicadas, poderão elevar em 80% o valor da produção agrícola no mundo inteiro até 2050, segundo dados da AgFunder, empresa americana de análise de fusões e aquisições no agronegócio. No Brasil o prognóstico também é positivo: caso o acesso à banda larga e as tecnologias disruptivas chegue a todas as fazendas nos próximos 15 anos, o PIB do agronegócio pode aumentar em 130%. O movimento tem sido crescente: entre 2016 e 2017, o investimento em startups do agronegócio cresceu 50%, chegando aos 9 bilhões de dólares no mundo inteiro. O ambiente agrícola no Brasil é vasto e fértil e, por sua vocação agrícola, com profissionais e pesquisadores de referência, o País vem se estabelecendo como um dos líderes nessa  revolução digital  da agricultura. Novas tecnologias Produtividade. Esse é o fim esperado por toda essa onda tecnológica que a Revolução 5.0 acarreta para atender a demanda de uma população de 9 bilhões de pessoas em 2050, em torno de 1,5 bilhão a mais do que a quantidade atual. Quer um exemplo? Satélites, drones, tratores mecanizados e softwares de inteligência artificial podem identificar, em questão de segundos, se o fertilizante foi aplicado uniformemente, a melhor data para plantio ou ainda o nível de umidade do solo. É a agricultura de precisão, que substitui a experiência do produtor como única maneira de controlar todos os fatores, alguns até então imponderáveis, das lavouras. E ela já está funcionando – e bem – no campo brasileiro. Alguns dados mostram a impressionante transformação na produtividade do agronegócio brasileiro. Em uma década (2006 a 2016), a área destinada aos grãos cresceu 32%, enquanto sua produção aumentou 81%. Já a produção de carnes cresceu 25%, com ênfase para a de frangos, com um salto de 42%. As exportações do agronegócio subiram 72% e o VBP (Valor Bruto da Produção Agropecuária) saltou de 302,58 bilhões de reais para 529,21 bilhões, 75% a mais. Mas a revolução tecnológica do agronegócio não para por aí. Nos últimos anos, alguns startups promissores surgiram e começaram a se destacar no setor até internacionalmente. É o caso da Bug Agentes Biológicos, considerada a 33ª empresa mais inovadora do mundo pela revista americana Fast Company e a primeira empresa da América Latina a integrar o seleto grupo Pioneiros da Tecnologia, do Fórum Econômico Mundial. Criada em 2001 nos laboratórios da Esalq, a escola de ciências agrárias e ambientais da Universidade de São Paulo (USP), a startup brasileira comercializava insetos para o combate de pragas em grandes plantações, como cana e soja até ser adquirida pela Koppert no final de 2017.  O marketing no agro Da mesma forma que as lavouras estão utilizando tecnologias sofisticadas de produção, o produtor rural não é mais aquele homem do campo que somente consegue escutar rádio ou televisão. A internet é o meio que mais cresce em termos de busca de informações nesse setor. E algumas empresas de agronegócio já vislumbram a importância do investimento em marketing digital para consolidar sua marca e se destacar. De acordo com uma  pesquisa do Sebrae , divulgada em 2017, 71% dos donos de microempresas rurais e 85% dos proprietários de empresas de pequeno porte no campo, utilizam smartphones no cotidiano. No mesmo ano, o  Censo Agropecuário do IBGE , divulgou que houve um aumento de 1.790% no número de produtores com acesso à internet desde o ano de 2006 até 2017. O Facebook e o WhatsApp são as principais ferramentas para conexão e difusão de conteúdos no setor, com centenas de grupos voltados para a discussão de assuntos relacionados ao campo. O agronegócio possui até redes sociais exclusivas, como o  YouAgro , feita para compartilhar conteúdo relativo ao agronegócio e que já conta com mais de 5 mil usuários. Um dos casos de sucesso do marketing digital no agronegócio é a  Jacto . A multinacional paulista utilizar o portal online para engajar e responder dúvidas dos produtores rurais de modo a reforçar seu nome no mercado como referência na agricultura. Na pecuária, o  Grupo Taura  também utiliza os canais digitais para conversar com o público, com dicas e troca de informações relevantes. É uma tendência irreversível: as empresas de agronegócio têm se preocupado mais com a gestão da marca. De nada vale investir em tecnologia de ponta se o consumidor desconhece o que é realizado no campo. Para tanto, o marketing digital vai desde o investimento nos canais digitais, com a identificação de públicos e associação a empresa à inovação, com divulgação de tecnologias e depoimentos de importantes clientes, até a participação física e digital em grandes eventos do segmento, com convites para visitar estandes e ações de integração com os canais digitais. Seja como for, a aposta na produção de conteúdo estratégico e de alto impacto, que promova um alinhamento entre marketing e força de vendas, é essencial para quem quer consolidar a marca no setor. Mais do que isso: mostrar a face tech do campo brasileiro é estratégica para conservar a liderança mundial do Brasil na exportação de alimentos, e, consequentemente, bons índices da economia nacional, especialmente nesse período em que a imagem está arranhada por quem ainda insiste em métodos arcaicos de produção. O certo em tudo isso é que boa parte da forma e modelo de negócios na agricultura vai continuar a se reinventar nos próximos anos. E, acredito, o marketing digital pode ser um bom aliado na expansão deste território.  
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